Cá estamos numa pequena sala, de iluminação difusa, mas aconchegante, na qual se encontram duas poltronas baixas, uma diante da outra. Atrás de uma das poltronas, em pé, uma figura feminina, que nos olha de cima a baixo enquanto entramos. Não julga mas, com um leve sorriso no rosto, aguarda. Com o olhar, recomenda que nos sentemos na poltrona oposta. Depois que nos sentamos, respiramos fundo, antes que ela nos deixe formular a pergunta que dá nome a este site...


Aqui, não sabemos se falamos de História ou se ela fala de nós. Mas que tal buscar inspiração nas experiências, sonhos, angústias e criações de tantos daqueles que participam da multidão inumerável que nos legou o que temos?


“E agora, Clio?” Perguntar é humano, impulso que herdamos, sem dúvida, dos deuses.

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